Recorde as canções, aplauda os artistas... e escute uma vez mais.
A história da nossa música!
Finalmente reunida, a discoteca fundamental da melhor música portuguesa dos últimos 50 anos até hoje, num total de105 sucessos inesquecíveis que contam a história da nossa música!
• 105 sucessos inesquecíveis, incluindo temas que já se encontram gravados em CD e temas nunca antes editados pelas Selecções;
• 97 artistas de diferentes gerações e diferentes estilos musicais;
• 1 livro com curiosidades sobre a história da música portuguesa, ilustrado com fotografias dos cantores;
• 5 CD's com mais de 6 horas de boa música e 5 décadas de boas recordações.
Celebre connosco os melhores momentos e as mais preciosas recordações que a música portuguesa nos proporcionou ao longo dos últimos 50 anos.
Quem não se lembra do romantismo e da inocência das estrelas dos anos 60? E da ousadia dos anos 70? Recorde a graciosidade de Madalena Iglésias ao cantar Ele e Ela, a ternura de Tristão da Silva com Nem Às Paredes Confesso e o talento único de Amália Rodrigues com Povo Que Lavas No Rio… testemunhe o arrojo de Simone de Oliveira e de Fernando Tordo com temas tão marcantes como Desfolhada Portuguesa e Tourada… e evoque doces memórias ao som de 20 Anos, Recordar É Viver e Verde Vinho, nas vozes de José Cid e os Green Windows, Vítor Espadinha e Paulo Alexandre.
Relembre também os primeiros passos do rock português com o imortal Chico Fininho, de Rui Veloso, a irreverência dos anos 80 com António Variações e a Canção do Engate… cante com as fabulosas Doce o grande êxito Bem Bom e entre no sonho de Manuela Bravo com Sobe Sobe Balão Sobe, entre outros sucessos do Festival da Canção. Escute ainda os êxitos mais recentes, dos anos 90 até hoje – Jardins Proibidos, Se Eu Fosse Um Dia O Teu Olhar, Ao Passar Um Navio, Ó Gente da Minha Terra, Escrevi o Teu Nome ao Vento, A Máquina (acordou) e muitos mais, interpretados por nomes tão sonantes como Paulo Gonzo, Pedro Abrunhosa, Delfins, Mariza, Carminho e Amor Electro.
Sabia que?
Olhos Castanhos de Francisco José foi a canção portuguesa de maior sucesso no estrangeiro, tendo vendido um milhão de discos só no Brasil?
E que Rui Veloso recebeu 8 discos de platina pelo álbum de onde saiu o tema Não Há Estrelas No Céu, que é, ainda hoje, o disco português mais vendido de sempre?
Quem poderá esquecer o emblemático Os Meninos do Huambo, que deu a Paulo de Carvalho o primeiro disco de ouro da sua carreira? Ou A Minha Casinha, o “hino” dos Xutos & Pontapés que valeu à banda um dos 3 discos de platina que receberam em 1988? E o que dizer do sucesso dos Amália Hoje, cuja versão do tema Gaivota foi o maior êxito de vendas e de rádio de 2009 e 2010?
Da Oração de António Calvário ao Feitiço de André Sardet, passando por sucessos inesquecíveis como Eu Tenho Dois Amores de Marco Paulo, Ontem Hoje E Amanhã de José Cid ou Telepatia de Lara Li, este é o álbum onde encontrará todos os grandes êxitos das últimas décadas, incluindo o melhor do fado, os campeões de vendas da pop, os vencedores do Festival da Canção e os temas essenciais do rock.
São mais de 100 tesouros musicais para ouvir e guardar para sempre!
Selecções do Reader's Digest
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Elton John - O homem foguete explicado em números
Elton John aterra em Portugal pela terceira vez, e Jorge Manuel Lopes pede a todos os santinhos que não traga “Nikita”.
Um homem inglês de 1,69 metros chamado Reginald Dwight, de vozeirão na proporção inversa da saúde capilar, pouco amigo das dietas e apaixonado pela música da América (da negra do sul à bronzeada da costa oeste e à prateada de Las Vegas) anda a cantar e a entreter audiências há mais de 40 anos.
Usa o nome Elton John, é dos artistas mais bem sucedidos de sempre da música popular, e aproveita o aniversário redondo de carreira para se meter numa digressão que o traz de volta a Portugal no domingo. Não se sabe se David Fonseca vai subir ao palco do Pavilhão Atlântico para cantar “Rocket Man” em dueto com o criador, mas era bonito, não era?
No percurso de Elton John cabem muitos números. Como estes:
95 O número de semanas que “Nikita” vegetou no primeiro lugar do top português de singles em 1985 para 86 – e se não foram
95 semanas, só Deus sabe como pareceu. Sábado à tarde atrás de sábado à tarde, o Top Disco da RTP1 fechava com o pesaroso anúncio do apresentador (António Duarte e, salvo erro, Marcos André), seguido da imagem de Elton John no seu Bentley Continental vermelho descapotável, fotografando a esbelta oficial Nikita na sombra do Muro de Berlim. Nikita, a mulher de olhos claros, reprimida pelo mesmo regime que mantinha o leste europeu a toque de caixa. Nikita, o foco da fantasia romântica do à época ainda oficialmente bissexual Elton John. A mistura de humor camp com geopolítica, originalmente incluída no álbum Ice on Fire, incendiou as listas de vendas do mundo. Assim se prova, caros leitores, que os anos 80 não foram só néons coloridos, bons penteados extravagantes e sintetizadores a cheirar a novo.
40 São os anos de carreira que Elton John celebra na digressão que o traz pela terceira vez a palcos portugueses. A tour chama-se Rocket Man e aterrou na Europa, via Irlanda, a 6 de Junho. Os 40 anos são medidos a partir da edição do seu primeiro álbum, Empty Sky, que chegou às lojas britânicas a 3 de Junho de 1969. Um álbum que passou despercebido.
37 Milhões de unidade vendidas em todo o mundo por “Candle in the Wind 1997”, fazendo dele o single comercialmente mais bem sucedido de sempre. A balada havia sido concebida em louvor de Marilyn Monroe e gravada em 1973, mas a morte de Diana Spencer num túnel de Paris, a 31 de Agosto de 97, levou John e Bernie Taupin, o seu parceiro de sempre na escrita de canções, a fazerem uma versão em louvor da Princesa de Gales. O tema foi tocado a 6 de Setembro na Abadia de Wesminster, durante o funeral de Diana, e uma semana depois começava a chegar aos primeiros lugares das tabelas de todos os continentes.
Assim se prova, caros leitores, que os anos 90 não foram só descargas de batidas em raves, álbuns conceptuais dos Radiohead e canções britpop ouvidas como goladas de cerveja.
Jorge Manuel Lopes, Time Out
http://timeout.sapo.pt/news.asp?id_news=3768
Um homem inglês de 1,69 metros chamado Reginald Dwight, de vozeirão na proporção inversa da saúde capilar, pouco amigo das dietas e apaixonado pela música da América (da negra do sul à bronzeada da costa oeste e à prateada de Las Vegas) anda a cantar e a entreter audiências há mais de 40 anos.
Usa o nome Elton John, é dos artistas mais bem sucedidos de sempre da música popular, e aproveita o aniversário redondo de carreira para se meter numa digressão que o traz de volta a Portugal no domingo. Não se sabe se David Fonseca vai subir ao palco do Pavilhão Atlântico para cantar “Rocket Man” em dueto com o criador, mas era bonito, não era?
No percurso de Elton John cabem muitos números. Como estes:
95 O número de semanas que “Nikita” vegetou no primeiro lugar do top português de singles em 1985 para 86 – e se não foram
95 semanas, só Deus sabe como pareceu. Sábado à tarde atrás de sábado à tarde, o Top Disco da RTP1 fechava com o pesaroso anúncio do apresentador (António Duarte e, salvo erro, Marcos André), seguido da imagem de Elton John no seu Bentley Continental vermelho descapotável, fotografando a esbelta oficial Nikita na sombra do Muro de Berlim. Nikita, a mulher de olhos claros, reprimida pelo mesmo regime que mantinha o leste europeu a toque de caixa. Nikita, o foco da fantasia romântica do à época ainda oficialmente bissexual Elton John. A mistura de humor camp com geopolítica, originalmente incluída no álbum Ice on Fire, incendiou as listas de vendas do mundo. Assim se prova, caros leitores, que os anos 80 não foram só néons coloridos, bons penteados extravagantes e sintetizadores a cheirar a novo.
40 São os anos de carreira que Elton John celebra na digressão que o traz pela terceira vez a palcos portugueses. A tour chama-se Rocket Man e aterrou na Europa, via Irlanda, a 6 de Junho. Os 40 anos são medidos a partir da edição do seu primeiro álbum, Empty Sky, que chegou às lojas britânicas a 3 de Junho de 1969. Um álbum que passou despercebido.
37 Milhões de unidade vendidas em todo o mundo por “Candle in the Wind 1997”, fazendo dele o single comercialmente mais bem sucedido de sempre. A balada havia sido concebida em louvor de Marilyn Monroe e gravada em 1973, mas a morte de Diana Spencer num túnel de Paris, a 31 de Agosto de 97, levou John e Bernie Taupin, o seu parceiro de sempre na escrita de canções, a fazerem uma versão em louvor da Princesa de Gales. O tema foi tocado a 6 de Setembro na Abadia de Wesminster, durante o funeral de Diana, e uma semana depois começava a chegar aos primeiros lugares das tabelas de todos os continentes.
Assim se prova, caros leitores, que os anos 90 não foram só descargas de batidas em raves, álbuns conceptuais dos Radiohead e canções britpop ouvidas como goladas de cerveja.
Jorge Manuel Lopes, Time Out
http://timeout.sapo.pt/news.asp?id_news=3768
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